02 dezembro, 2010

HISTORIAS DE CACHORRO

. Uma amiga minha tinha um pincher miniatura chamado DIABLO. Sempre que passeava com o animalzinho ela preferia carregá-lo, pois por ser muito pequenininho ele se cansava fácil. Certo dia, ela estava com ele no shopping e parou para ver uma vitrine. Nisso, seu celular tocou e, ao tirá-lo da bolsa, ela caiu da sua mão e esparramou vários pertences no chão. Ela colocou, então, um minuto o cãozinho no chão e começou a jogar as coisas dentro da bolsa. De repente, ouviu um latido forte que quase a derrubou de susto e viu um baita cachorrão passando com seu dono. Isso a assustou muito e, quando voltou a si, passados alguns segundos, para seu desespero notou que o Diablo tinha sumido! Seu coração ficou tão apertado que, quando foi chamá-lo, sua voz não saía, Só conseguia soltar uma voz fininha e esganiçada: DIABLOOOOOO! Foi daí que ouviu um chorrinho vindo da lixeira ao lado e, erguendo a tampa, encontrou o bichinho lá dentro. Ela concluiu que, com o latido do outro cachorro, ele também se assustou e pulou para cima da lixeira que era daquelas de tampa vai-e-vem e se fechou sobre ele. Se não escutasse aqueles ganidinhos nunca iria imaginar onde ele estava. Foi um belo susto e, embora esta não seja uma história "boa pra cachorro" é, pelo menos, uma história de cachorro, he-he. .
Sucesso no seu Blog, Ana! comentada pelo meu primo Jok


2 comentários:

Marinha disse...

Amei o blog!!!
Bjooo

Anônimo disse...

A Prece do Cão

Trate-me com carinho, meu amado mestre, pois nenhum coração, em todo o mundo,
será mais agradecido do que o meu.

Não tente me educar com pancadas, pois embora eu possa lamber-lhes as mãos
entre um golpe e outro, a sua paciência e compreensão ensinar-me-ão mais
rapidamente que espera que eu aprenda.

Fale-me muito, pois sua voz é a doce música do meu mundo, como pode perceber
pelos ardentes sacolejos de minha cauda quando ouço seus passos.
Quando o tempo está frio e chuvoso, conserve-me dentro de casa, pois sou um
animal doméstico, sem preparo para enfrentar as intempéries do tempo e a
minha maior glória será o privilégio de sentar-me
aos seus pés.

Conserve minha vasilha com água fresca, pois além de não poder reclamar
quando ela está seca, também não posso dizer-lhe quando estou com sede.

E, mestre, quando eu estiver bem velhinho, se Deus nosso pai me privar da
saúde e da visão, por favor,
não me vire as costas.

Faça-me o bem de deixar que a minha vida de dedicação e fidelidade possa se
extinguir suavemente e eu o farei sentir, com meu último alento, que sempre
me senti seguro em suas mãos."

Com carinho,

Au Au Au